quinta-feira, 14 de junho de 2012

Minha prolixidade sobre a prolixidade

Postado por MissHachi7 às 18:06
        Definir conceitos subjetivos é uma tarefa cansativa e complicada, que pode gerar resultados risíveis e pouco explicativos. No entanto, a situação fica ainda mais delicada quando tratamos de sentimentos, já que por serem abstratos, não há possibilidades de quantificação e qualificação específicas. Por isso, não tentarei dizer em um só termo o que está se passando, muito menos resumirei de forma tosca toda uma infinidade de nuances que eu mal posso vislumbrar.
       Economizar palavras para economizar tempo é a economia mais absurda de que já tive notícias. Não que a concisão não seja uma virtude literária, mas na minha opinião, ser conciso sem ser claro é apenas uma forma de manter-se na sua preguiça mental e não precisar explanar melhor as ideias que se tem. Cobrar concisão dos outros é meramente tolher as capacidades de locução e criatividade alheias.
        A prolixidade pura e simples é bem chata, concordo. Mas aí já entra em outro conceito subjetivo: utilidade. Às vezes algumas pessoas consideram muito útil ter mais o que analisar para chegar a alguma conclusão com menos chances de erros de interpretação. Outras consideram o uso extensivo de palavras uma grande perda de tempo, de neurônios, etc. Estas últimas podem ser bem malvadas comigo. 
        Então, eu sou meio prolixa, admiro os concisos, não gostaria de ser um deles, não serei tão cedo. Nota-se.

1 comentários:

Monique Hovacker disse...

Esse texto vai ter que ir para a minha pasta... Junto com alguns outros seus! HAHA ;)
CERTÍSSIMA E APOIADÍSSIMA, pelo menos por mim!

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