domingo, 10 de junho de 2012

Ode a Hachí, ária 1 adagio desmoderatto.

Postado por MissHachi7 às 23:41

É estranha a minha capacidade de amar. Ou ela é inexistente ou MAXIMAMENTE GRANDE em caps lock. Nas manhãs de minha vida Aline (sim, estou chamando-a pelo nome, pra dar um ar sério pra tudo issaquê) se tornou um raio de sol que entra pela janela quadrada e gradeada da cela em que me prendo. Com ela aprendi a amar e admirar as pessoas em seus atos simples e que de algum modo - lá no fundo - a vida é bonita. Aprendi a dar as melhores risadas do mundo com ela, e receber os abraços mais sufocantemente necessários da minha vida. Posso contar nos dedos as pessoas que tem um valor equivalente assim pra mim, cada um em sua maneira única e linda os quais nunca serão capazes de calcular o tamanho do meu apreço por eles - e nem imaginam as raias dele. Estou aqui varrendo as desilusões da minha alma pra encontrar algo bonito pra escrever, algo poético e capaz de tocar o coração de quem lê. Mas quem me conhece sabe que as minhas palavras não geram esse tipo de reação nas pessoas, infelizmente. então o que escrever para minha doce Hachí, o sol atrevido que gosta de iluminar os cantinhos escuros do meu íntimo perturbado?

Hm, violetas são azuis e rosas vermelhas (é assim que se diz, produção?)
meu amor por você é mais eterno que os escaravelhos. (é, não rimou tão bem quanto eu pretendia, mas Ramsés III ia curtir essa poesia, btw.)
MASOQ

Esquece, tentativa de poesia anulada. Desenho? PFV não. Música? Posso tentar. Mas não, é impossível eu transmitir o amor, o respeito, a admiração e o carinho que eu tenho por você assim. O único jeito é através de abraços, então venha cá.

With love,

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